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Na luta contra mineração em Santa Quitéria






Promovido pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos ( CNDH ) e a plataforma de direitos Humanos Dhesca Brasil, entre os dias 31 de Agosto e 1° de Setembro, foi realizado na sede da OAB -ce , uma audiência pública visando tratar as questões envolvendo a mineração das minas de Santa Quitéria.


Conhecida como: Missão Santa Quitéria, visa apurar as violações dos direitos humanos e riscos provenientes da mineração de Urânio no inteiro do Ceará. Participaram da audiência também; o movimento pela soberania popular na mineração ( MAM ); núcleo tramas da Universidade Federal do Ceará, povos de terceiro, Conaq/ Quilombolas e Movimento Indígena Potiguar- Tapuia. As denúncias apuradas são: exploração de Urânio e Fosfato a céu aberto por meio de explosões, impacto sobre o açude Edson Queiroz e pilhas de rejeitos produzidos pela mineração.


O mapa do impacto geral, demonstra que pelo menos 156 comunidades rurais, 30 territórios tradicionais, 5 etnias indígenas e 4.2 milhões de pessoas podem ser afetados diretamente ou indiretamente pela mineração.







A programação Previu uma visita in loco na área do empreendimento, na fazenda Itataia em Santa Quitéria. Também foi realizada a oitiva de povos e comunidades tradicionais atingidas pelo projeto Santa Quitéria, evento que ocorreu no Assentamento Morrinhos.


O Verdeluz esteve presente na audiência pública solicitada e endossa a fileira na luta pela preservação da soberania popular, pela manutenção dos direitos humanos, pela redução dos impactos criados e pela proteção das etnias indígenas e territórios tradicionais afetados pelo projeto.

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